quinta-feira, 4 de novembro de 2010

TQM - 5 S - A importância da organização


Podemos ter uma idéia porque a organização é importante compreendendo que um dos primeiros passos para uma empresa implantar um processo TQM - gerenciamento total da qualidade (total quality management). Esse primeiro passo tem início no uso dos conhecidos 5 S, que significam, a partir das palavras japonesas:
SEIRI que corresponde a eliminar o desnecessário separando-o do necessário.
SEITON que significa colocar em ordem, guardando de forma ordenada tudo que é necessário.
SEISO que significa limpeza, eliminação da sujeira, acabando com as fontes dos problemas.
SEIKETSU que significa asseio, padronização, higiene, e também o estágio onde se evita que as etapas anteriores retrocedam.
SHITSUKE que significa disciplina, com a cumprimento rigoroso de tudo que foi estabelecido pelo grupo.

Os cinco S somente terão sucesso se forem praticados de forma sistemática e contínua, bem como sejam resultado do consenso do grupo envolvido neste processo

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

10 dicas para fazer um network

O relacionamento entre as pessoas não ocorre apenas no campo pessoal. Hoje, para se destacar no mercado, além de contar com competências técnicas e comportamentais o profissional precisa ampliar seu horizonte dentro e fora da organização. E isso tem ocorrido através do chamado network, ou seja, a rede de relacionamentos. Vale lembrar que graças a essa prática, muitas organizações têm captado talentos para suas equipes. Confira agora algumas dicas para fortalecer sua rede de relacionamentos.

1 - Ao investir no network, o profissional dever conhecer a si. Ou seja, precisa saber que rumo deseja para sua carreira.

2 - Uma boa rede de relacionamento exige ética, pois quando ela inexiste o profissional prejudica a própria imagem. Por exemplo, quantas pessoas repassam e-mails indesejáveis para todos os seus contatos? Imagine um gerente de uma organização abrir a caixa postal e se deparar com uma mensagem com piadas sobre gestores.

3 - O network proporciona visibilidade, mas não pode ser apático. A rede de relacionamentos exige dinamismo do indivíduo e isso significa não apenas pedir informações, mas também repassar conteúdo de valor para as outras pessoas. Ao receber uma pesquisa sobre as últimas tendências do mercado de trabalho, não custa compartilhar a informação com outros profissionais.

4 - O network deve ser feito com pessoas conhecidas, pois permite que o profissional tenha a oportunidade realizar uma ligação e estreitar ainda mais o relacionamento com quem está do outro lado da "linha".

5 - Com o crescente aumento da tecnologia, muitas pessoas tornam seu network restrito apenas ao ambiente virtual. A rede de relacionamentos pode ser fortalecida tanto em eventos do campo profissional quanto pessoal.

6 - Nos encontros presenciais como reuniões, palestras, cursos, o uso do cartão de visita é uma ferramenta valiosa. Por isso, entregue o seu e se possível também peça o cartão do profissional com quem está conversando.

7 - Caso reencontre um contato importante, ao vê-lo não vá com tanta "sede ao pote". Seja educado e o cumprimente sem ansiedade. Depois que a conversa fluir um pouco, pergunte se ele continua com o mesmo número de telefone e e-mail.

8 - O network é valioso tanto para o profissional quanto para as organizações. Alguns estudos já comprovaram que boa parte das melhores vagas oferecidas pelo mercado é preenchida através da rede de relacionamentos.

9 - Seja seletivo em seu network. Não o exceda de contatos que não agregarão valor algum. A qualidade é muito mais valiosa do que a quantidade.

10 - Faça parte de site de relacionamentos que tenham propostas sérias. Se alguma pessoa que você conhece é um dos integrantes, pergunte sobre o conteúdo das informações que são disseminadas, o fluxo de mensagens que chegam, por exemplo.

Fonte: www.rh.com.br – Patrícia Bispo

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Marketing - As 10 regras de Ouro

1) Não veja marketing como departamento - Todos na empresa devem ser marketeiros, do porteiro ao presidente. Entenda que se faz marketing a todo momento e não somente em quatro paredes. O bordão, “vestir a camisa da empresa” deve ser levado a sério, inclusive quando você sai de fim de semana para fazer uma corridinha no parque.

2) Dois meses ou 60 dias - Este é o período máximo que seu cliente pode ficar sem ouvir falar de você. Lembre-se que seu cliente está muito ocupado para se preocupar com você. Não deixe de lembrá-lo que você existe, do contrário quando precisar, ele vai procurar outro fornecedor.

3) Sem exageros - Dose suas mensagens de marketing. Não deixar que seu cliente se esqueça de você não significa bombardeá-lo com mala direta, e-mail marketing, cartões, etc todos os dias, isso pode gerar antipatia.

4) Persistir sempre - Não desanime caso uma iniciativa não deu o resultado esperado da primeira vez. Persista, muitas vezes uma iniciativa de marketing não dá resultados na primeira vez, por isso não jogue a toalha, tente novamente, faça modificações. Correções às vezes se fazem necessárias.

5) Alimente sua carteira de clientes em potencial - Um cliente em potencial é aquele que se tornará SEU cliente e depois um cliente fiel. Procure manter os três tipos de cliente em sua carteira.

6) Reserve tempo para marketing - Marketing não é uma atividade que se faz de vez em quando. Se faz todos os dias, a toda hora. Reserve pelo menos meia hora do seu dia para analisar tudo o que foi ou será feito. A recepcionista está atendendo adequadamente o telefone? O porteiro foi gentil o suficiente com a pessoa que o abordou na entrada?

7) Em época de crise se faz mais marketing - Não existe tempo ruím para o marketing. Marketing se faz a toda hora.

8) Cuide do seu melhor vendedor - Quem é o seu melhor vendedor? Aquele que superou a meta este mês? ERRADO !!!! Seu melhor vendedor é o seu CLIENTE. Lembre-se que o cliente em potencial que lhe procura, indicado por um CLIENTE SATISFEITO, é venda certa. Cuide de seus clientes, se não outro cuidará.

9) Cuide da sua imagem - Lembre-se: Você terá somente UMA oportunidade para causar a PRIMEIRA IMPRESSÃO, e é a que ficará. Seu cartão de visita foi impresso em sua nova impressora jato de tinta em papel serrilhado, comprado na Kalunga? DESISTA !!!! Seu cliente saberá disso! Cuide da imagem dos seus cartões de visita, dos seus folders, do seu site, da decoração da recepção, da roupa de seus funcionários e de sua própria aparência. Você não terá uma segunda chance para causar a primeira boa impressão.

10) Agradeça - Quando digo para agradecer não é dizer um simples “MUITO OBRIGADO” quando se despede de seu cliente. É mandar um cartão de aniversário e agradecê-lo por ser seu cliente, é enviar um postal no Natal, na Páscoa e em qualquer outra data importante, é enviar-lhe um vale desconto sem qualquer data especial, uma carta de agradecimento por haver lhe indicado para outros clientes.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Responsabilidade Social

Amigos,

Sabemos que hoje em dia não basta que sejamos "bons" apenas em nossas profissões, é importante e imprescindível que tenhamos olhos para os problemas da sociedade, não devemos e nem podemos apostar e acreditar que nossos governos resolvam todos os problemas, assim devemos, no mínimo, apoiar iniciativas que possam fazer deste mundo um lugar melhor para se viver, e é com esta certeza que começamos uma nova fase em nosso blog, a partir de agora abriremos espaço para todos os que fazem a diferença pensando sempre em fazer deste, um país melhor para se viver.
Grande abraço a todos e visitem os links destas entidades, a divulgação já é uma forma de fazer o bem.  
Clique neste link para conhecer melhor o trabalho da ONG Lifen que trabalha com adolescentes e focada na Gravidez na Adolescência. Ou clique aqui para ir ao site oficial.

Miguel Tadeu

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Marketing Digital

Pesquisa revela que 41% dos brasileiros já têm acesso à internet 

Trocar e-mails, navegar em páginas em busca de informações ou simplesmente perder-se no emaranhado de redes sociais são hábitos presentes na rotina de 41,7% dos brasileiros. Se o avanço da rede mundial de computadores mantiver o ritmo dos últimos quatro anos, provavelmente em 2010 mais da metade da população terá experimentado, de alguma forma, o acesso à rede mundial. A conclusão é parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD 2009 – do IBGE, que acompanha, ano a ano, a evolução de hábitos e condições de vida no país.
Em números absolutos, 2009 foi o ano de entrada na internet para 12 milhões de pessoas em todo o Brasil, elevando para 67,9 milhões o contingente que declarou já ter usado a web – um crescimento de 21,5% em relação a 2008. No Sudeste, região que lidera a expansão, em 2009 o patamar de habitantes que declararam ter usado um computador com conexão à grande rede chegou a 48,1%. Norte e Nordeste, com 34,3% e 30,2% de moradores que já se conectaram, têm os índices mais baixos.
O avanço da internet, como mostra a PNAD, ocorre principalmente entre os jovens. Mas a população com mais de 50 anos – principalmente as mulheres – também demonstra intimidade crescente com teclados, mouses e endereços da web. Desde 2005, o porcentual de pessoas que declararam ter utilizado a internet nesta faixa de idade saltou de 7,3% para 15,2%. A pesquisa considera “com acesso” à internet quem respondeu ter usado a rede nos três meses anteriores à entrevista.
A alta dose de entretenimento que o acesso aos sites pode proporcionar traz, diluída, uma boa dose de cidadania. “A internet não significa só lazer, mas educação e trabalho. A partir do momento em que a sociedade está mais conectada, aproximam-se os níveis de oportunidade de pobres e ricos. O maior acesso à internet é fundamental para o desenvolvimento social e econômico do país”, avalia Rodrigo Baggio, secretário executivo da ONG Comitê para Democratização da Informática (CDI).
O fenômeno brasileiro, destaca Baggio, ajuda o país a encurtar a distância em relação às nações mais desenvolvidas. Mas ainda há muito por fazer. “Estamos falando de 70 milhões de brasileiros que acessam a internet. É um dado gigante. Mas ainda são 110 milhões de brasileiros sem internet, o que cria uma casta de excluídos digitais”, afirma Baggio.
Um ranking de 2009 e 2010, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, põe o Brasil na 61ª posição global em preparo para usar as novas tecnologias e informação – considerando ambiente regulatório, empresarial e de infraestrutura; preparo de indivíduos e pessoas ; e tecnologias disponíveis. O líder é a Suécia e os Estados Unidos aparecem em quarto lugar. Na América do Sul, o país perde para Chile (40º), Uruguai (57º) e Colômbia (60º).
A PNAD mostra uma tendência de substituição do telefone convencional domiciliar pelos aparelhos celulares. Em 2009, passou de 82,1% para 84,3% a proporção de domicílios com acesso a algum tipo de telefone. O maior crescimento, no entanto, se dá pelos celulares. Os lares em que os moradores têm apenas aparelhos móveis chegaram a 41,2%, enquanto os que têm somente aparelhos fixos tradicionais atingiu a seu nível mais baixo desde 2005: 5,8%.
Fonte: Veja.com

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Imperativos Morais - Idalberto Chiavenato

Bem pessoal, nosso grande teórico brasileiro de ARH, Idalberto Chiavenato deixa aqui seus imperativos morais: 


1.Dignificar o ser humano:  Não mais administrar as pessoas - como se elas fossem simples recursos empresariais, ou seja, sujeitos passivos e inertes de nossa administração - mas acima de tudo, administrar conjuntamente com as pessoas - como se elas fossem os sujeitos ativos, ou seja, companheiros da atividade empresarial, colaboradores do negócio, fornecedores de inteligência e de conhecimento que tomam decisões a respeito dos demais recursos físicos e materiais, e mais do que isso, dotados de espírito empreendedor e inovador. Pessoas como pessoas e não mais como meros recursos da empresa.

2. Tornar estratégica a ARH: Transformar a ARH de uma área operacional de prestação de serviços internos e basicamente de serviços burocráticos em uma área estratégica de consultoria interna e de direcionamento de metas. De uma área segregada e preocupada em fazer, executar e controlar para uma área orientada para dinamizar os negócios da organização e direcionada para dar rumos, orientar e impulsionar as pessoas em todos os seus níveis e áreas de atuação. Ensinar a pescar e não apenas dar o peixe.

3.Compartilhar a administração com os gerentes e suas equipes: Descentralizar, delegar e desmonopolizar a área de ARH - até então uma área fechada e introspectiva - transferindo as decisões e ações de RH para os gerentes e transformando-os em gestores de pessoas e de equipes. Transformar a ARH em uma responsabilidade de linha e uma função de staff.

4. Mudar e inovar incessantemente: Transformar a ARH no carro chefe das mudanças e da inovação dentro das empresas, através da renovação cultural e da transformação da mentalidade que reina na organização. Não mais trabalhar para manter inalterado o statu quo, mas criar todas as condições culturais para a melhoria contínua da organização e das pessoas que nelas trabalham.

5. Dignificar e elevar o trabalho: Dar prioridade à cultura participativa e democrática, com o incentivo e desenvolvimento de equipes autônomas e autogerenciadas. Substituir a obediência cega às regras e regulamentos pela colaboração espontânea. Substituir as penalidades e medidas de ação disciplinar pela cooperação e negociação consensual. Incentivar e estimular, nunca mais coibir e controlar.

6. Promover a felicidade e buscar a satisfação: Desenvolver a utilização de mecanismos e técnicas de motivação, participação e senso de pertencer, ênfase em metas e resultados e melhoria da qualidade de vida dentro da organização através da elevação do clima organizacional e da plena satisfação no trabalho.

7. Respeitar a individualidade de cada pessoa e sua realização pessoal: Adequar continuamente as práticas de RH - até então homogêneas, fixas, genéricas e padronizadas - às diferenças individuais das pessoas através da flexibilização da atividade, capacitação, remuneração, benefícios, horários, carreiras, etc. Promover as diferenças individuais, incentivar a diversidade e permitir que cada pessoa se realize dentro de suas próprias características de personalidade, fazendo da organização o meio mais adequado para que isto possa acontecer.

8. Enriquecer continuamente o capital humano: Enfatizar continuamente a criatividade e acrescentar valor através do desenvolvimento das pessoas, da gestão do conhecimento e do capital intelectual. Fazer com que a organização e as pessoas que nelas trabalham tenham um valor intelectual e financeiro cada vez mais elevado a cada dia que passa. Fazer disso a missão da área: gerar e acrescentar riqueza material e intelectual às pessoas, à organização e a todos os parceiros envolvidos no negócio.

9. Preparar o futuro e criar o destino: Enfatizar a contínua e ininterrupta preparação da empresa e das pessoas para o futuro, criando o destino e as condições de competitividade necessárias para a atuação em um mundo de negócios globalizado, competitivo, dinâmico e mutável. Desenvolver uma atitude sistemática de inconformismo com as conquistas já alcançadas. Fazer disso a visão da área: visualizar o que virá e o que será e proporcionar condições de crescimento e desenvolvimento.

10. Focalizar o essencial e buscar sinergia: Promover a concentração no core business da área, isto é, naquilo que lhe é essencial - lidar com pessoas - através de uma nova organização do trabalho mais simples e flexível e baseada em equipes de processos e não mais fundamentada na tradicional departamentalização funcional. Isto significa juntar e não mais em separar, fragmentar e dividir o trabalho. Passar do trabalho isolado e solitário para o trabalho conjunto e solidário. Mais do que tudo, integrar os esforços humanos para expandir e multiplicar resultados que com certeza serão compartilhados entre todos os parceiros do negócio.



segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Os 10 Mandamentos da Excelência em Serviços

1. Conheça o seu produto;
2. Conheça os seus concorrentes;
3. Conheça os seus clientes;
4. Preste atenção a detalhes;
5. Treine, aprimore-se, treine novamente;
6. Trate seus clientes como seu convidado em sua casa;
7. Dê poderes a seus funcionários, apóie suas decisões e recompense-os;
8. Busque formas de mensurar o resultado de suas ações;
9. Construa relacionamentos duradouros com os principais fornecedores e parceiros;
10. Ouse correr riscos calculados para usufruir das idéias inovadoras.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Estrutura da Equipe de Vendas.

É responsabilidade do gerente definir qual o melhor formato para que sua equipe de vendas cumpra os objetivos traçados. A estrutura da equipe de vendas precisa ser constantemente avaliada ao longo do tempo, pois tem que gerar novos desafios para a equipe. Ter vários tipos de profissionais na área de vendas é fundamental, pois um contribui para o desempenho do outro. O gerente de vendas conta com inúmeros canais para chegar aos seus clientes, atacadistas, distribuidores, canais alternativos e etc. Criar estruturas de vendas, conforme os canais utilizados, com vendedores e representantes especializados é de extrema importância pois são eles que estão na linha de frente e munindo de informações a empresa. 
Todo o gerente de vendas deve ter consciência do que sua equipe precisa, motivar e acompanhar o vendedor no mercado. Ser competitivo com um produto de qualidade e preço. Motivar a equipe, estudar e enfrentar a concorrência e dar suporte. Motivar, incentivar, premiar e dar liberdade de expressão. As diferenças existem nas equipes, mas tem que ser bem administrada Poe este profissional de vendas.
O gerente precisa estruturar seu sistema de remuneração com base em mais do que um atributo, criar indicadores de desempenho claros e objetivos para monitorar sua equipe e não avaliar baseado em resultados de curto prazo, mas sim avaliar o desempenho da equipe ao logo do tempo.
Um bom gerente tem uma visão do todo. Acompanha, motiva, remunera e avalia o desempenho de cada um dos seus vendedores ou representantes.

Tania M. Siqueira

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Entenda o código de E-mail Marketing

Entenda o código de autorregulamentação em 10 passos

As entidades signatárias recomendam a leitura na íntegra do Código de Autorregulamentação para a Prática de E-mail Marketing. Mas, para facilitar o entendimento ajudar a adequação das empresas às normas previstas no Código, segue abaixo uma lista dos principais itens comentados: 

1 – Para quem posso enviar e-mail marketing?
O Código estabelece que as bases devem ser opt-in ou soft opt-in. Ou seja, os destinatários devem ter solicitado o recebimento das mensagens enviadas (opt in). Ou, o remetente deve ter uma relação comercial ou social prévia e comprovável com o destinatário (soft opt-in)
Se a sua empresa vem realizando ações de e-mail marketing para uma base de destinatários que não se enquadra nas situações acima é preciso adequar-se. Uma sugestão é realizar uma campanha para que seus destinatários confirmem a intenção de continuar recebendo seus e-mails. Ou seja, transformá-los em opt in. E isso deve ser feito o quanto antes, pois o código entrará em vigor em poucos dias.

2 – Posso realizar um primeiro envio para obter a permissão do destinatário para envios posteriores?
Não. Uma vez que o código esteja oficialmente publicado, não serão permitidas ações para bases que não sejam opt-in ou soft opt-in.

3 – Política de opt-out e prazo para descadastro
Opt-out é o mesmo que descadastro. E o Remetente deverá disponibilizar ao Destinatário a sua política de Opt-out e informar o prazo de remoção do seu endereço eletrônico da base de destinatários, que não poderá ser superior a 2 (dois) dias úteis, quando solicitado diretamente pelo link de descadastramento do E-mail Marketing e 5 (cinco) dias úteis quando solicitado por outros meios, prazos estes contados a partir da data da solicitação comprovada.

4 – Como é feito o opt-out/descadastro?
Uma das grandes inovações do código é estabelecer que as mensagens de e-mail marketing tragam, obrigatoriamente, um link para opt-out automático e uma segunda alternativa que não seja um link clicável. Muitas pessoas têm receio de clicar em links de e-mail, por questões de segurança. Logo, a alternativa não clicável pode ser um telefone, fax, endereço informado de e-mail ou site (sem link clicável, apenas o texto informativo), sms, carta ou qualquer outro meio amplamente disseminado.

5 – E-mails de cobrança, suporte e afins não precisam conter recurso de opt-out na mensagem?
Quando houver contrato entre o Remetente e o Destinatário, as mensagens enviadas exclusivamente com finalidade de assegurar a execução contratual e pós-contratual referentes àquele contrato (ex.:boleto bancário, avisos e extratos) estão dispensadas de conter o recurso de opt-out.

6 – O endereço de e-mail do meu remetente é do meu provedor.
O Código é claro: “o Remetente somente poderá enviar mensagens de E-mail Marketing por endereço eletrônico vinculado ao seu Nome de Domínio Próprio, por exemplo, remetente@exemplo.com.br. É vedada a utilização de Domínio de terceiro não pertencente ao mesmo grupo econômico do Remetente ou a Parceiros.”
Ou seja, se você ainda não possui um domínio próprio, seja de pessoa física (ex. domínio.nom.br) ou jurídica, é preciso providenciar. É importante destacar que você pode ter um domínio e utilizá-lo no e-mail de remetente sem, obrigatoriamente, possuir um site.

7 – Envio de anexos
O envio de anexos, muitas vezes utilizado por instituições financeiras, pode ser realizado desde que exista uma autorização prévia e comprovável do destinatário. Certificação e assinatura digitais são permitidas e não ficam sujeitas a regra dos anexos.

8 – Política de privacidade e de uso de dados
É imprescindível divulgar no site da sua empresa a “Política de Privacidade e de uso de Dados” adotada com seus clientes e usuários. Isso é importante para que os destinatários da mensagem saibam como e em que situações a empresa utilizará suas informações pessoais ou corporativas.

9 – Posso comprar base de e-mails?
Não. O envio só pode ser feito para bases opt-in ou soft opt-in. Porém, é permitido que uma empresa realize uma ação para algum parceiro comercial enviando e-mail para sua própria base de destinatário, desde que observadas as seguintes condições:
9.1. A base deve ter opt-in expresso e comprovável que autorize o envio de e-mails de conteúdo de terceiros;
9.2. O e-mail de remetente deverá ser aquele por meio do qual a pessoa física ou jurídica que detêm o relacionamento com a Base de Destinatários pode ser contatada pelo Destinatário;
9.3. Além dos recursos de opt-out padrão, a mensagem deverá conter mais duas opções de descadastro: uma para descadastro de mensagens daquele parceiro comercial do remetente. E outra para mensagens de todo e qualquer parceiro comercial do remetente;
9.4. O endereço de remetente deve ser válido e utilizar nome de domínio próprio do responsável pela base de destinatários.

10 – Configurações técnicas previstas no código
Entre as várias disposições técnicas previstas no código, destacamos a configuração de SPF (Sender Policy Framework). Em resumo, trata-se de uma configuração no servidor de domínio que informa quais IPs estão aptos a enviar e-mail em nome desse domínio.
Esta situação ocorre diariamente quando um cliente envie sua campanha de e-mail marketing pelo pela ferramenta de envio, pois utiliza um remetente com seu domínio próprio (por exemplo, newsletter@empresa.com.br) em uma estrutura de terceiros. Será necessário configurar o SPF do domínio, informando os IPs dos servidores utilizados pela ferramenta. Entre em contato com seu gerente de contas ou com o suporte técnico para obter essas informações.

Endomarketing em nova perspectiva,,,

Para Carvalho, da Faculdade AIEC, o marketing interno precisa ser tratado com maior atenção pelas empresas
O Endomarketing foi concebido como marketing voltado para o ambiente interno das organizações em meados da década de 1980, nos Estados Unidos, com um propósito bem claro: transformar empregados em promotores. No início..... ( Veja esta matéria na íntegra na seção "artigos assinados" do nosso blog)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

10 dicas para atender com eficiência

  • Lembre-se de que todos fazem parte do atendimento Independentemente da área em que atua, fique atento às solicitações dos clientes internos ou externos. Evite o “não é comigo”.
  • Identifique-se Crie uma imagem que facilmente o identifique. Fique atento à apresentação pessoal, ao crachá e ao uniforme.
  • Ouça Pare para ouvir o que as pessoas estão falando, procurando interpretar o que disseram e o que deixaram de dizer, exercitando o “ouvir com a inteligência, e não apenas com o ouvido”.
  • Mantenha-se disposto Preste o melhor serviço, buscando agregar o maior lucro aos seus clientes.
  • Apresente soluções Saiba que os consumidores adquirem soluções para suas necessidades, e não problemas ao adquirirem os produtos ou serviços de sua empresa.
  • Fale a língua do cliente Procure identificar o que é especial, importante e/ou essencial em cada solicitação. Ajude o consumidor a conseguir o que deseja.
  • Faça um atendimento eficiente – Não desista com o primeiro “não” nem se torne desagradável. Lembre-se de que um atendimento é muito mais persistência que insistência.
  • Prospecte futuros atendimentos Utilize todas as formas disponíveis para se comunicar com seus clientes, como: telefonemas, e-mails, fac-simile, correspondências, cartões de descontos, folhetos, tabloides, entre outros.
  • Seja ético O que não quer que façam para você, não faça nem permita que seja feito para os clientes.
·         Utilize as comunicações e informações Tenha em mente que não basta apenas saber e conhecer, pois você só obterá resultados se transformar conhecimentos em ações.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Publicidade online precisa de criatividade e objetividade


Um estudo recente da empresa de pesquisa em propaganda digital Dynamic Logic constatou que a criatividade é a grande responsável pelo sucesso ou fracasso de uma propaganda digital.Publicidade online precisa de criatividade e objetividade... (Acesse o blog para ler na íntegra)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Faturamento nas redes sociais aumenta 18%

Dentre os benefícios para empresas que investem em mídias sociais está constatar crescimento de até 18% nas receitas de um ano para outro. Por outro lado, àquelas que não ligam para esse tipo de abordagem...(Leia o artigo na íntegra acessando a seção "artigos assinados:  do nosso blog)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

As cores aplicadas à atividade publicitária

Você sabe que as cores são importantes e influem a forma como você vê e sente toda e qualquer publicidade? Abaixo segue as cores e seus significados e influências sobre o consumidor.

  • VERMELHO: aumente a atenção, é estimulante e motivador. Ligado a anúncios que indicam calor e energia, artigos técnicos e ginástica;
  • LARANJA: usados em casos semelhantes ao vermelho, porém de forma mais moderada; grande apelação para o apetite;
  • AMARELO: visível à distância; pode dispersar em alguns casos ou indicar luminosidade dependendo de como for utilizado;
  • VERDE: estimulante porém com pouca força sugestiva, oferece sensação de repouso; costuma caracterizar azeites, verduras, frutas e similares;
  • AZUL: grande poder de atração; neutraliza inquietações; aplicado em anúncios que caracterizam frio;
  • ROXO: acalma o sistema nervoso; usado em anúncios de artigos religiosos, viaturas, acessórios funerários, etc.;
  • PÚRPURA e OURO: representam valor e dignidade; usado em artigos de luxo;
  • MARROM: esconde a qualidade e o valor, por isso é pouco recomendado em publicidade; pode transmitir sensação de chocolate
  • VIOLETA: entristece o ser humano, também não é muito indicado o seu uso;
  • CINZA: atitudes neutras e diplomáticas; é muito usado em publicidade;
  • PRETO: pouco recomendável (em anúncios de 4 cores) pois deixa o ser humano geralmente frustrado (caso haja excesso);
  • AZUL E BRANCO: estimulante; predispõe simpatia; sensação de paz;
  • AZUL E VERMELHO: estimulante da espiritualidade;
  • AZUL E PRETO: sensação de antipatia; transmite preocupação; desvaloriza a mensagem;
  • VERMELHO E VERDE: estimulante porém de pouca eficácia publicitária
  • VERMELHO E AMARELO: estimulante e eficaz;
  • AMARELO E VERDE: pode produzir atitude passiva; pouco eficiente na publicidade.


segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Doze Mandamentos Para Não Vender. – continuação.

11 – Autocrítica.
É claro que você tem absoluta certeza de que, quando o cliente não compra, a culpa toda é do cliente, do mercado, da situação, da tabela de preços, dos concorrentes, do clima, etc. mas nunca é sua.

12 – Sinergia.
Você não tem nenhuma obrigação de relatar ao seu chefe todas as informações recolhidas durante o dia de trabalho; afinal, se sua empresa não alcançar bons resultados, você simplesmente muda de emprego e tudo estará resolvido.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Doze Mandamentos Para Não Vender. – continuação.


9 – Mercenarismo.
É claro que você sabe que a única recompensa a ser tirada é o dinheiro que a venda proporciona e que esse “papo” de auto-realização e satisfação interior é conversa fiada; o negócio mesmo é a “grana” e nada mais.

10 – Persuasão.
Você não precisa adaptar os seus argumentos para convencer cada cliente e sabe que basta decorar um “script” e dizer as mesmas coisas para toda e qualquer pessoa que tiver “a sorte” de ficar na sua frente.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Doze Mandamentos Para Não Vender. – continuação.

7 – Autotreinamento.
Você não precisa da ajuda de ninguém para ser um profissional de sucesso; afinal, autoconfiança é a sua principal qualidade e esse negócio de humildade é para os incompetentes e inseguros; você... não precisa aprender mais nada.

8 – Autopressão.
Você não precisa ficar pressionando inteligentemente o cliente para que ele decida logo se compra ou não; afinal, você tem todo o prazer do mundo para ficar voltando ao cliente quantas vezes ele quiser.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Doze Mandamentos Para Não Vender. – continuação.

5 – Autocontrole.
Não há razão alguma para você saber quanto ganha por visita, por entrevista, por dia, etc.; afinal esse negócio de ficar fazendo estatísticas é para contador ou para quem gosta de ficar fazendo “continhas”.

6 – Sensibilidade.
Você não precisa sentir quando o cliente já comprou, antes mesmo de ter dito tudo o que está preparado e treinado para dizer, e deve continuar falando até esgotar todos os seus argumentos.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Doze Mandamentos Para Não Vender. – continuação.

3 – Auto-administração.
Não há razão alguma para você ficar gastando o seu tempo estudando os produtos, preços, estratégias, etc. dos seus concorrentes; afinal conhecer o seu próprio produto já é mais do que suficiente.

4 – Administração do tempo.
Você não tem necessidade alguma de ficar todos os dias fazendo roteiro de visitas e administrar correta e constantemente o uso do seu tempo; afinal você tem todo o tempo do mundo ao seu dispor.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Doze Mandamentos Para Não Vender. - continuação

1 - Ouvir.
Não ouça o que o cliente tem para dizer a você; afinal de contas, como vendedor, a sua principal ou única obrigação é falar, e não ouvir.

2 - Serviço
Preocupe-se apenas com o pedido a ser tirado, e não com o cliente; afinal você só ganha o seu “rico dinheirinho” quando tira o pedido, e esse negócio de ganhar o pedido e também o cliente “não está com nada”.

Quem move e dá vida às organizações é o seu pessoal. É ele o propulsor dos negócios."

Este Blog é uma ferramenta de informação para todos que se interessam por negócios, se desejar contribuir com comentários, sugestões, críticas ou artigos basta nos enviar que ficaremos felizes em tê-lo como colaborador, se você quer apenas trocar idéias sobre o assunto nos envie um e-mail (mtadeurs@gmail.com) e teremos muito prazer em responder. Vamos lá... participe, é só mandar

Escreva... Participe... Compartilhe... O conhecimento não compartilhado se perde.

*Matérias assinadas deverão mencionar a fonte.

Lei de Pareto... Você conhece ?

Vilfredo Pareto, um economista, em 1897, realizou um estudo estatístico que, mais tarde, viria a se tornar conhecido como Lei de Pareto ou Regra 80/20. Naquela ocasião, ele estava analisando os padrões de riqueza e renda na Inglaterra e constatou que a maior parte das riquezas estavam nas mãos de poucas pessoas. Até aí, nada de mais. Mas o que chamou a sua atenção foi um padrão, uma relação matemática entre a proporção de pessoas e a renda recebida por este grupo: 20% das pessoas de qualquer grupo que ele estudasse, detinha 80% da riqueza disponível. Essa distribuição desequilibrada recebeu o nome de Lei de Pareto ou Regra 80/20 e até hoje é amplamente confirmada, em diversas oportunidades. Por exemplo: 20% dos vendedores de uma equipe produzem 80% dos resultados em vendas; 20% dos clientes da sua empresa garantem 80% dos resultados financeiros. Na sua casa, é quase certo que você usa 20% do seu guarda-roupa em 80% do tempo.

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Negociação

A negociação é um fato diário e inevitável na vida de todo o ser humano. Ela é produto de uma situação contraditória, onde é necessário tomar uma decisão sobre algo em que os direitos de outros estão envolvidos. Em qualquer situação da vida diária nós estamos negociando algo, especialmente nos negócios. Muitos acreditam que sabem negociar, mas a realidade é muito diferente, pois alguns ainda pensam que negociar é enfrentar à outra parte para ganhar tudo ou perder o mínimo possível. Trata-se de um grande equívoco. Negociar não significa enfrentamento, mas sim harmonização de uma situação entre as partes, para que todos os envolvidos possam obter benefícios.

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Para Pensar


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"Bons líderes fazem as pessoas sentir que elas estão no centro das coisas, e não na periferia. Cada um sente que ele ou ela faz a diferença para o sucesso da organização. Quando isso acontece, as pessoas se sentem centradas e isso dá sentido ao seu trabalho."

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Os dias prósperos não vêm por acaso; nascem de muita fadiga e persistência. Os dias prósperos não vêm por acaso; nascem de muita fadiga e persistência. ( Henry Ford )"
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"O ser humano por sua própria natureza tem uma visão limitada sobre o mundo, dizem os especialista que nosso campo de visão consciênte não ultrapassa 2 metros de distância de nossos olhos. Somente aqueles que aprendem a ver mais longe enxergam as melhores oportunidades."

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"Toda a arte de ensinar é apenas a arte de acordar a curiosidade natural nas mentes jovens, com o propósito de serem satisfeitas mais tarde." (Anatole France)

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