Uma das mais recentes manias na internet brasileira dá sinais de arrefecimento. Transcorridos menos de dois anos do lançamento do primeiro site de compras coletivas no Brasil, metade das 1,6 mil páginas de serviços do gênero estão inativas. Isso significa que não divulgam ofertas ou estão fora do ar.
Um levantamento feito pela consultoria de comércio eletrônico e-bit em parceria com o serviço agrupador de ofertas SaveMe também indica que os oito maiores portais do tipo no país concentram 85% do faturamento do setor.
Conforme o o sócio-fundador do SaveMe, Guilherme Wroclawski, a facilidade de empreenderlevou a uma grande quantidade de lançamentos de empresas no segmento desde março do ano passado, quando surgiu o primeiro portal do gênero no Brasil, o Peixe Urbano. Wroclawski acredita que muitos empreendedores lançaram um domínio, mas não tiveram fôlego para permanecer no mercado.
Os sites pequenos ainda são a maioria no segmento de compras coletivas, mas a tendência é de consolidação em um menor número de empresas. Grandes sites estão se distanciando dos menores fazendo investimentos pesados e adotando estratégias de ofertas mais agressivas.
Um levantamento feito pela consultoria de comércio eletrônico e-bit em parceria com o serviço agrupador de ofertas SaveMe também indica que os oito maiores portais do tipo no país concentram 85% do faturamento do setor.
Conforme o o sócio-fundador do SaveMe, Guilherme Wroclawski, a facilidade de empreenderlevou a uma grande quantidade de lançamentos de empresas no segmento desde março do ano passado, quando surgiu o primeiro portal do gênero no Brasil, o Peixe Urbano. Wroclawski acredita que muitos empreendedores lançaram um domínio, mas não tiveram fôlego para permanecer no mercado.
Os sites pequenos ainda são a maioria no segmento de compras coletivas, mas a tendência é de consolidação em um menor número de empresas. Grandes sites estão se distanciando dos menores fazendo investimentos pesados e adotando estratégias de ofertas mais agressivas.
Fonte: Correio de Notícias